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O uso elevado de estatinas e o risco para a doença de Alzheimer
O uso elevado de estatinas, em comparação com o baixo uso, está associado com uma redução no risco para a doença de Alzheimer em diferentes magnitudes entre grupos raciais, étnicos e sexuais, com variância também de acordo com o tipo de estatina, sugere nova pesquisa publicada no JAMA NEUROLOGY.
Como os níveis séricos de colesterol demonstram estar associados a depósitos de placas amiloide no cérebro, tal característica da doença de Alzheimer, as estatinas que diminuem o colesterol têm sido especuladas por influenciar o início e a progressão de Alzheimer, observam os autores do grupo de pesquisa do Professor Julie Zissimopoulos, da Price School of Public Policy da Universidade do Sul da Califórnia, em Nova York. Na sua opinião, você está de acordo com este estudo? Os ensaios clínicos são realmente consistentes com está associação?
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Fonte: American Journal of Respiratory and Critical.
No dia 2 de dezembro de 2016, a FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos aprovou a empagliflozina (Jardiance, Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals Inc) para a nova indicação de melhora na sobrevida em adultos com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular. De acordo com Jean-Marc Guettier, MD, CM, diretor da Divisão de Produtos de Metabolismo e Endocrinologia do FDA, a empagliflozina produziu uma redução Dr risco relativo de 38% na mortalidade cardiovascular e uma redução de risco de 32% na mortalidade por todas as causas em comparação com o placebo.
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Fonte: Nature Neuroscience.
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Fonte: Atherosclerosis.
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