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Biossensor para Diagnosticar Câncer de Pâncreas

Biossensor para diagnosticar o câncer de pâncreas foi desenvolvido por pesquisadores do campus de São Carlos da Universidade de São Paulo. Novo método, que vem sendo trabalhado há quatro anos, é cinco vezes mais rápido que o tradicional, usado hoje e traz o resultado em oito minutos. Outra vantagem é financeira com custos menores que o tradicional.

O sensor consiste em uma tira de vidro com eletrodos de ouro. Dentro do dispositivo, há um pó à base de quitosana, substância encontrada em crustáceos como o camarão, capaz de identificar a proteína CA 19-9, que pode indicar a presença da doença com uma amostra de apenas uma gota do sangue do paciente. "Quanto maior a concentração das proteínas no sangue, maior é o risco da pessoa desenvolver o câncer de pâncreas", explicou o pesquisador Andrey Soares.

Os primeiros testes foram feitos com sangue de animais e de pacientes do Hospital de Câncer de Barretos, e a expectativa é que possam ser realizados em outras unidades. Os biossensores que a gente está desenvolvendo poderiam ser usados inclusive dentro do consultório médico.

Outra vantagem está no custo do teste. O exame tradicional custa cerca de R$ 45 e nossa estimativa é que o exame que estamos desenvolvendo possa custar de R$ 5 a R$ 6 e possa estar disponível em dois ou três anos, dependendo do investimento.

Fonte: Universidade de São Paulo.


Pesquisadores Desenvolvem Método para Detectar Alzheimer

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos estão desenvolvendo um método simples, rápido e de baixo custo para detectar a doença de Alzheimer. Para o professor Ronaldo Censo Faria, é muito difícil diferenciar o Alzheimer de outros tipos de demência. Normalmente, pessoas idosas tendem a ter mais demências, 60% das quais são relacionadas ao Alzheimer. O exame é fundamentado na proteína ADAM10, presente no sangue, e que se mostra modificada nos pacientes com Alzheimer e de transtorno neurocognitivo leve, considerado uma espécie de pré-Alzheimer. O princípio do teste é baseado na detecção desse biomarcador. O custo do material é super baixo (R$ 3), podendo diferenciar vários estágios da doença e até mesmo uma predisposição ao Alzheimer. Na prática, é aplicada uma pequena quantidade de sangue que é tratada com partículas magnéticas que são capturadas por um imã. A concentração é determinada com um dispositivo sensor descartável. O nível do biomarcador tende a aumentar, dependendo do grau da doença. Uma vantagem adicional do novo exame é que os métodos atuais só detectam a doença em estágios mais avançados. Se diagnosticado de forma precoce, o tratamento do Alzheimer pode conseguir retardar o avanço da doença. Fonte: Universidade Federal de São Carlos.


Célula na Retina Causando Miopia

Recentemente, é descoberta uma célula na retina cujo mal funcionamento pode ser a causa da miopia. E a disfunção dessa célula parece ter ligação com o tempo que uma criança passa dentro de casa e longe da luz natural. De acordo com Greg Schwartz e Adam Mani, da Universidade Northwestern (EUA), esta descoberta pode levar a um novo alvo terapêutico para controlar a miopia. Para Schwartz, sua equipe encontrou a conexão chave faltante, que é a célula que realmente faz essa tarefa e o circuito neural que habilita esta importante função visual. Tal célula foi batizada de "ON Delayed" - literalmente "ligado prolongado", ou atrasado - em referência à permanência da atividade da célula por mais tempo do que deveria. Ela se destacou entre muitos outros tipos de células analisados em sua incrível precisão para mostrar quando uma imagem está ou não em foco. Segundo os pesquisadores, o próximo objetivo é encontrar um gene específico para esta célula, o que permitirá ligar e desligar sua atividade em modelos animais para tentar induzir ou curar a miopia. Caso funcione, o procedimento então poderá ser testado em humanos. Fonte: Current Biology.


Casos Clínicos

  1. A 52-year-old man presented with a 20-minute history of chest pain radiating to the left shoulder and neck, associated with dyspnea and diaphoresis.

    • He had a history of hypertension, long-term smoking, and a sedentary lifestyle.
    • On physical examination, bibasilar crackles were noted on lung auscultation. An electrocardiogram (ECG) was performed in the primary care setting, and the patient was promptly referred to the emergency department.
  2. A 28-year-old woman presented with a 3-day history of intense pruritus over the lower back.

    • She reported no recent travel or exposure to new environments. She cares for a small kennel with approximately eight dogs rescued from the streets.
    • Physical examination revealed multiple small vesicles, some clustered and others scattered, predominantly involving the lumbar region and the left gluteal area.
  3. A 4-month-old male infant presented with skin lesions localized to the chin for the past 3 days.

    • Physical examination revealed multiple small pustules with surrounding inflammatory signs on the chin, along with a few scattered papules on the chest.
  4. Patient in late teens presenting after a collapse, no chest pain, no previous cardiac history, no history of sudden death in family.

    • Are there any features in this EKG that would warrant further work-up or is this just a pediatric EKG?